terça-feira, 10 de abril de 2012

As várias faces do icosaedro 1 - A origem



Tudo começou com um e-mail de uma amiga, doutora, de uma universidade pública que me encaminhou o seguinte artigo:


8. Escola, computadores e tablets, artigo de Nelson Pretto


Nelson Pretto é professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia e secretário regional da SBPC-Bahia. Artigo publicado no portal Outras Palavras.
Mais novidades para a educação com o anúncio da distribuição pelo MEC de tablets para os professores do ensino médio. Para "discutir" o tema, aconteceu semana passada, em Brasília, uma reunião promovida pelo próprio MEC com diversos pesquisadores brasileiros. A compra dos tablets foi anunciada pelo ministro Mercadante, mas a decisão já estava tomada pelo anterior, ministro Haddad. Fui convidado para a reunião, meio que sem saber direito o que iríamos ter por lá. Para variar, a reunião virou evento como bem gostam certos educadores e gestores públicos. Evento, não: aula, seminário.

É curioso, pois tive a oportunidade de participar de uma reunião com o próprio Mercadante, então ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, que foi, de fato, uma bela conversa com os hackers e pesquisadores presentes na 12º Fórum Internacional do Software Livre (FISL), acontecido em junho passado em Porto Alegre. Lá, com um número mais ou menos igual de pessoas do encontro da semana passada, um círculo foi formado, as ideias circularam livremente numa grande roda de conversa, e foram feitas inúmeras sugestões sobre as possibilidades do MCTI construir, efetivamente, uma política pública no campo do software livre, do desenvolvimento científico e tecnológico do País e da formação científica da juventude, com a possibilidade de implantação e apoio a algo do tipo "garagens digitais de C&T". Conversa boa, que fluiu leve e com perspectivas positivas. Mas Mercadante deixou a Ciência & Tecnologia e não sabemos se o ministro Raupp dará continuidade ao encaminhado, o que seria uma grande perda.

Quando fui convidado para a reunião sobre "educação digital" (esse era o nome do "evento") do MEC em Brasília, imaginava algo semelhante, em torno de uma mesa, com uma conversa franca sobre os rumos que poderiam tomar os projetos de uso de tecnologias digitais na educação, que existem desde muito. A conversa não aconteceu, e a rica possibilidade de uma reunião onde as ideias rolassem soltas, possibilitando ao ministro e sua equipe (se tempo tivessem para acompanhar!) sentirem as diversas possibilidades apresentadas por nós, pesquisadores que estudam o tema.

Minha surpresa veio desde o início. Ao chegarmos na reunião, encontramos cadeiras (carteiras?!) arrumadas como uma sala de aula, um projetor para as nossas apresentações (com um sistema operacional proprietário fazendo sua propaganda gratuita com aquela bandeirinha ao fundo!), essas com um tempo fixo para as falas - que foi meio para nós mesmos e para uma câmera que gravava tudo - sobre as nossas próprias experiências, salvo uma ou outra fala mais estruturante. A surpresa ainda foi maior quando nos deparamos, em paralelo, promovido pelo mesmo MEC e no mesmo hotel, com uma outra reunião/evento ("Uso das tecnologias na educação") para discutir a parte técnica do projeto de "educação digital", como se fosse possível pensar os dispositivos e infra-estrutura separadamente da concepção filosófica e pedagógica. Mesmo que depois o MEC tenha nos dito que os dois grupos iriam se reunir, fica evidente o equivoco brutal na concepção dessa política pública. Essa distinção tem, no mínimo, um século de atraso!

O ponto nevrálgico, penso eu, está centrado sempre e sempre na mesma questão: as políticas públicas consideram que educação é sempre aula, aula com professor na frente ditando o rumo! Com essa concepção de educação, mesmo que de forma subjacente e não explicitada nos discursos, chegamos à grande questão e ao maior desafio quando pensamos em cultura digital: de que adianta termos notebooks, computadores, câmeras e tablets se o que se espera da escola, em última instância, é que tudo se resuma a um professor dando aulas?

Outra pergunta que têm sido feita, principalmente na mídia, é se deve ou não o MEC adquirir os tablets para os professores? A resposta não pode ser tímida: claro que sim! Mas insisto, temos que pensar maior pois não se trata de discutir se devemos ou não ter a TV Escola, ou ProInfo, ou UCA, ou os laboratórios do Proinfo ou os tablets. Trata-se de tudo e, essencialmente, da elaboração de uma política de tecnologia da informação para a educação, e aqui não estou me referindo a ensino básico ou ensino médio, mas a todos os níveis, das primeiras séries à pós-graduação.

Quem me lê pelo menos eventualmente sabe que repito, quase como um mantra, que estas políticas precisam articular diversas áreas e Ministérios (pense na riqueza de uma articulação das escolas com os Pontos de Cultura!). Insisto que o MEC tem que ser rede, e rede estabelecida com os estados, rede com outros Ministérios, rede com os professores e rede que englobe os diversos níveis da educação.

No entanto, qualificar a palavra "rede" é fundamental. Ficamos acostumados a compreendê-la a partir do intensivo uso da palavra no sistema de comunicação de massa, com a expressão "rede de emissoras de televisão", que produzem os programas no eixo Rio-São Paulo e os distribuem para o resto do País. E, neste caso, mesmo quando existe o envolvimento e participação das chamadas afiliadas, o que vemos são, por exemplo, telejornais que reproduzem tudo, do cenário, entonação da voz, estrutura de programa até a sua marca, com pequenas variações de letras para dar a tal cor local. Na verdade, esse tipo de rede é de distribuição (brodcasting) e não é isso que preconizamos para a educação. É necessário que a rede se constitua a partir do diálogo, que considere a realidade e os valores de cada um dos entes e regiões.

Numa rede assim constituída, com professores atuando de forma colaborativa e coletiva, lhes sendo dadas as condições de salário, formação e trabalho, a presença das tecnologias - todas elas ao mesmo tempo! - pode muito contribuir para uma formação também mais ampla, uma formação que prepare professores e alunos para a chamada cultura digital. O problema, nesse campo, é que parece que o governo - e o MEC em especial - tem receio de afirmar publicamente que vai simplesmente entregar tablets aos professores para que sejam usados como elementos de informação e comunicação para o próprio professor. Tem receio de ser criticado por, corretamente, entregar equipamentos que podem contribuir, pela sua própria natureza, para reestruturar o sistema, sem necessariamente se constituir num veículo de mais transmissão de informações "geradas" de forma centralizada, ou pelo MEC ou por uma das nossas universidades. Computador, tablet, smartfone e todas essas tecnologias não podem ser vistas somente como meros auxiliares dos mesmos processos educacionais.

Precisamos, com tudo isso presente na escola, que os professores estejam preparados para interagir com a meninada que, já, já, também deveria receber seus gadgets portáteis e, nos espaços coletivos da escola, produzir culturas e conhecimentos e não simplesmente consumir informações.

Para tal, insistimos: a preparação dos professores não se dará com a simples oferta de cursos de formação (muito menos padronizados!) e sim de um amplo programa de fortalecimento dos professores (salário, formação e condições de trabalho) visando a imersão dos mestres na cultura digital.
... e eu respondi... !

As várias faces do icosaedro 2 - A resposta



Eu gosto do Pretto como guru... ele inspira... ele questiona... ele desafia... e isso é fundamental para o nosso país tão acostumado a copiar, e mal, as coisas lá de fora.


Eu já passei, tem alguns anos dos 50 ... eu nem acreditava que chegaria neles... e ando meio de saco cheio de tantas idéias sem que isso seja acompanhado de uma proposta pé no chão ( nesse ponto eu mantenho a minha coerência ou teimosia seja lá como se queira denominar a minha atitude ). 

Concordo em gênero, número e grau que deve-se dar acesso, ao professor, às ferramentas tecnológicas, mas sou totalmente contra que o MEC faça uma licitação para a compra de “trucentos tablets” ( da Positivo... e aposto com quem quiser que serão esses os comprados ) para os professores reclamarem que isso está sendo imposto a eles.  Acho sim que deveria ser aberta uma linha de crédito para que o professor possa adquirir até dois tablets, ou netbooks, ou notebooks ou quem sabe até desktop sem juros dividido em 36 meses descontado em folha, negociado com várias empresas a preço de fábrica e sem intermediários ( aí pode ser até da Positivo ) o que daria um valor aproximado de R$ 20 (isso mesmo vinte reais por mês) Façam os cálculos 20 X 36 são 720 isso atende aos principais equipamentos à preço de fábrica.

Não adianta nada, ou muito pouco, se você tem computador e não tem acesso à Internet... então, vamos ao mesmo raciocínio... ou se vai disponibilizar internet para todos os professores ou então pouco adianta... uma internet de qualidade razoável, pelo menos 1 Mbs, e não pode custar mais do que 5 (cinco reais) eu diria até que o ideal é ter áreas digitais... coloca a internet na escola e abre o wifi para todos que alcançarem, professores, alunos, vizinhos.  Alguns poderão criticar que assim a internet vai ficar lenta para a escola ou para o professor... ok então... vamos liberar a internet só quando a escola está fechada... (... se bem que acho isso bobagem... pois se tem demanda é porque está sendo usada... e isso é o que importa... é um absurdo os governos pagarem uma fortuna às Ois da vida para 70% do tempo não ser usada.  Falo por experiência própria a escola só usa internet das 7 as 17 de segunda à sexta faça as contas de novo  24h X 7 dias = 168 horas  de disponibilidade contra 10 horas X 5 dias = 50 horas de uso resultado... 70,24% de não uso !!!  Eu e a minha mania horrorosa de fazer conta... culpa da minha professora da EP ( escola pública ) Maria do Carmo que me ensinou a fazer isso...

O dia que eu for diretor de uma escola... deus me livre e guarde... eu libero o wifi fora do expediente para o público (provavelmente serei exonerado do cargo).

... continua...

As várias faces do icosaedro 3 - A continuação


Bom... mas vamos ao que importa de verdade... a maioria dos professores desse país não sabe fazer as 4 operações com conhecimento... vivemos a síndrome do vai 1 ... 

A maioria dos cursos universitários, em especial os de licenciatura, não utilizam os recursos da informática, telemática ou seja lá o nome que queiram dar, de forma sistemática com embasamento em suas cadeiras.  
Querem ver uma coisa, pergunta para qualquer guri se o Counter Strike é um jogo em Primeira ou Terceira Pessoa... tá eu sei que não temos (ou será que temos?) que saber dessas coisas, mas como falar com nossos alunos se não conhecemos a realidade e nem o idioma que eles falam.  
Qual será a diferença entre um jogo em primeira pessoa para um jogo em terceira pessoa... será que isso faz diferença para o professor?... Será que isso tem alguma coisa com licenciatura , didática, pedagogia...?  
Eu sei, que os professores não conseguem prender a atenção dos alunos por mais de 10 minutos, quando conseguem mas eles, os alunos, ficam horas em seus jogos e o fazem com maestria e ninguém ensina nada a eles ( formalmente ), trocam dicas entre eles naturalmente... um ensina ao outro como passar de fase... e quando são reprovados ( ops...digo... quando não conseguem passar de fase ) eles verificam onde falharam... procuram mais informação sobre o problema... aprimoram as suas habilidades até conseguir êxito... e isso sem traumas ou revoltas, muito pelo contrário... ao conseguirem, comemoram...!  
Claro que um jogo fácil demais não tem graça e nem aquele impossível.  Tem que haver uma certa  didática ( ou melhor jogabilidade ).

As várias faces do icosaedro 4 - O retorno


O Pretto fala em rede e colaboração... mas vamos aqui entre nós... quem vai "perder" tempo em produzir qualquer. coisa que não te dá retorno?

Temos que criar meios para que o professor e sei lá mais quem possa publicar ( tornar público ) suas aulas... seus livros... seus softwares... e seja remunerado..., não pelo fato de fazer, mas pela aceitação do seus produtos.  Vejo essas gráficas virtuais como um excelente exemplo e forma de fazer isso ( você faz, publica... e diz quanto quer ganhar... se alguém comprar você recebe... se ninguém comprar fica o dito pelo não dito ) ... isso serviria para softwares também e, talvez., para kits de ciências e de matemática tudo sob demanda.  O governo criaria os suportes e deixa a coisa andar.  Quem sabe as universidades até produziriam coisas interessantes e disponibilizaria... se lembra do EDUCOM ... o principal pecado foi que levou tanto tempo para ser produzido e nunca foi distribuído e nunca foi atualizado... perdeu o bonde tecnológico...os MSXs sumiram antes dos softwares chegarem ao público... tinham coisas ruins na concepção... mas tinha uns 20% interessantes.  Por favor não me venha falar de trabalho acadêmico naquele caso.

Ainda sobre a publicação é necessário que se desburocratize o processo... Nossa! É tanta taxa, formulário e coisas para fazer que a maioria desiste.  Veja só o meu caso... eu tenho os manuais do GCompris prontos... e resolvi publicá-los em uma editora virtual... tem que:  1) depositar no escritório de direitos autorais - Biblioteca Nacional  2) criar a ficha catalográfica - Câmara Brasileira do Livro  3) Tem que conseguir o ISBN - outro setor da Biblioteca Nacional.  Tudo isso com taxas... formulários... e cópias do livro ( em papel... acredite em PAPEL )...  que tal se isso fosse automático... vc. manda o livro pra editora e o resto acontece já que as informações são as mesmas, as cópias são as mesmas.  Sobre as taxas, que tal descontar alguns centavos de cada livro adquirido e pronto quando  e  se esses forem adquiridos.

Vocês sabem que estou traduzindo uma ferramenta para criar ambientes virtuais, desenvolvido por uma universidade espanhola, sabendo que o material produzido pode ser integrado ao MOODLE, pode ser usado também independente de qualquer outro programa e, pasmem... em qualquer sistema operacional... Windows... Apple... Linux... Andróide (que não deixa de ser um tipo de Linux)... tudo isso porque ele foi desenvolvido em JAVA...  e, claro, vou escrever o manual... e mais um livro de como desenvolver ambientes virtuais e como usar eles no ensino... se não render nada pelo menos renderá o meu prazer de escrever...

Bom... isso é só para começar o papo... teria mais um monte de horas a falar... mas já estou cansado e vocês  também, com certeza...

LEIAM TAMBÉM:

segunda-feira, 19 de março de 2012

Tablet xingling que coube no bolso e está resolvendo o dia a dia - 7ª parte - Um visualizador de vídeos decente

Um visualizador de vídeos decente

Já dizia minha saudosa vozinha "é a necessidade que faz o sapo pular".  Um amigo pediu algumas dicas sobre o tablet, já que estava adquirindo um igualzinho.  Tudo corria as mil maravilhas, até que ele foi testar a visualização das centenas, talvez milhares de vídeos nos mais diversos tipos de arquivos colecionados durante anos. Qual não foi a surpresa, tudo e mais um pouco aconteceu e não aconteceu.  Alguns arquivos funcionaram bem, outros ão abriram, outros perderam a sincronia com o som e sabe-se lá mais o quê.
Bom... sobrou pra mim... mas nada que uma boa busca na internet não resolvesse.
Analisando vários players de vídeo para android resolvi instalar o MOBOPLAYER que prometia executar todos os arquivos de vídeos,
 legendas e múltiplos idiomas.
Surpresa!  Não é que o programa funciona!!!
Então aí vai a dica... acesse um dos endereços a seguir, baixe, instale no seu Android e veja feliz os seus arquivos de vídeo sem que eles travem a todo momento.

ou

Missão cumprida... Vamos esperar a próxima demanda.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Que lua !

Acordei cedo e deparei com essa lua...
A associação da lua cheia com o clima extremamente seco dos últimos dias permitiu o belo espetáculo.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

GUIA DO IPVA 2012 RJ – OVO DE COLOMBO EM CINCO, OU MAIS, CAPÍTULOS


Há mais de quinze dias estou tentando obter a guia do IPVA do meu carrinho e nada.  Agi como faço todos os anos, acessando um caixa eletrônico do banco ITAÚ e para a minha surpresa recebia a mensagem de erro informando que a conexão com o DETRAN não tinha sido possível, sem qualquer outro esclarecimento.  Depois de várias tentativas resolvi recorrer a gerencia de uma das agências que informou que o convênio para a emissão do documento tinha sido cancelado e que eu deveria me dirigir a uma agência do banco BRADESCO.  

Procedendo como orientado recorri a um caixa eletrônico do segundo banco e dessa vez nem mesmo alguma indicação no equipamento tinha.  Mais uma vez recorri a um atendente do banco que me informou que eu deveria acessar os sites do BRADESCO e do DETRAN para obter a emissão da guia de pagamento.  Agora sim... ficou fácil... ledo engano... comecei a busca pelo site do BRADESCO que em sua página inicial não contém nenhuma indicação.  

Sem outra opção acessei o site do DETRAN-RJ.  Enfim uma indicação na primeira página do site que depois de duas outras páginas sou levado ao site da Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro que... que não abre!!!!

Como último recurso, recorri ao santo Google e depois de dois dias de buscas e dezenas de páginas visitadas, consegui uma luz no fim do túnel uma página interna do site do banco BRADESCO que depois de passar por mais duas outras consegui emitir a famigerada guia e com um movimento a mais tenho tudo impresso restando procurar qualquer agência bancária, dentro do prazo de vencimento, e efetuar o pagamento do imposto.

Agora uma pequena reflexão... essa trabalheira toda porque eu sou obrigado a pagar um imposto, imaginem se eu quisesse requerer a devolução de uma taxa paga indevidamente ou o ressarcimento por algum prejuízo de responsabilidade de uma entidade pública.

Bom... agora vamos ao que interessa... o endereço mágico para obter a guia para o pagamento do IPVA é: 


Resumo da ópera: É um show de incompetência e descaso do Banco Itaú, Banco Bradesco, DETRAN-RJ e Secretaria Estadual de Fazenda do Rio de Janeiro

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Tablet xingling que coube no bolso e está resolvendo o dia a dia - 6ª parte - Instalando novos aplicativos

Instalando novos aplicativos

Acho que chegamos ao ponto mais interessante dessa série inicial de posts, quando vamos examinar o caminho de como instalar novos aplicativos no seu equipamento.

Diferente da maioria dos computadores com diversos sistemas operacionais, no caso do ANDROID existe uma "loja" especializada em aplicativos para este sistema operacional.  No Market, aplicativo que dá acesso aos softwares, existem programas gratuitos e pagos.

Para chegar ao Market deve-se acionar o ícone quadriculado que existe na área de trabalho principal e que dá acesso ao conjunto de aplicativos instalados no tablet.  Na área que se abre deve-se acionar o ícone intitulado Market.

Uma nova tela se apresenta mostrando os aplicativos disponíveis, uma classificação por categorias, custo e uma avaliação.


Ao acionar o ícone referente a um dos aplicativos, uma nova tela será gerada com: a categoria, descrição do software, comentários e o link instalar entre outras informações, como podemos observar na ilustração que se segue.


O próximo passo é clicar sobre a palavra instalar.  Feito isso, na nova tela, será solicitada a confirmação de instalação do aplicativo.  Uma vez aceita, será iniciado o processo de download e instalação que é realizado automaticamente.


Após a conclusão do processo você encontrará na área dos aplicativos o ícone referente ao software instalado pronto para ser utilizado.

Bom... com esta etapa estou dando por encerrado o ponta pé inicial para o uso do nosso tablet xingling ZEPAD com sistema operacional ANDROID 2.1

Façam os seus comentários e aguardem por alguma novidade mais adiante.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Tablet xingling que coube no bolso e está resolvendo o dia a dia - 5ª parte - Os aplicativos

Os aplicativos

Agora que o nosso tablet ZEPAD Android já foi configurado para ter acesso a Internet, chegou a hora de utilizar os aplicativos pré-instalados.
Na área de trabalho principal, no lado direito, existe o ícone quadriculado que dá acesso ao conjunto de aplicativos instalados.  

Uma vez acionado o ícone quadriculado teremos acesso ao conjunto de aplicativos instalados no tablet.  Não examinaremos, nesta oportunidade, os aplicativos mostrados ficando essa tarefa para cada um dos usuários, mas daremos algumas dicas.


Um acionamento breve em um ícone faz o aplicativo funcionar; um acionamento longo cria um atalho deste aplicativo na área de trabalho.  Observe na imagem da área de trabalho que se segue que incluímos o atalho do Adobe Reader.

Para se livrar dos ícones, que começam a poluir a sua área de trabalho, basta manter o dedo sobre o ícone que se deseja excluir até surgir uma lata de lixo na região direita da área de trabalho em seguida arrastando o ícone até lá.

Bom... é isso por enquanto... tenham uma boa exploração dos aplicativos, e não se esqueçam de postar as suas impressões.

Guerra eletromagnética ... 2

... ou conflito entre o modem e a tv a cabo.

Como eu relatei, anteriormente, o problema entre uma rede wifi e um telefone celular vou aproveitar a lembrança e descrever um outra batalha na guerra eletromagnética.
  
O conflito se deu quando da instalação de uma rede local a cabo do tipo  par trançado comum  sem blindagem que dava acesso a uma conexão a internet através do serviço VELOX que passava próximo ao cabo coaxial de conexão de uma tv a cabo da operadora NET.  Ao realizar a instalação o serviço funcionava perfeitamente sem perdas, apesar dos cerca de cinco metros de distância entre o ponto de acesso e o computador.  

Ao passar o cabo de rede pela canaleta que estava próximo do cabo da tv à cabo o sinal da internet simplesmente desaparecia, retornando ao normal quando estes eram afastados.  Cabe aqui uma observação, não houve qualquer interferência no sinal da TV à cabo!  Bom... e daí?!!!  ...e daí nada...!!!

O problema foi resolvido depois de reposicionar os cabos, após três dias de muita pesquisa paciência e dor de cabeça.  Bom fica aí a dica: quando nada funcionar não basta ler o manual, pequenos detalhes podem fazer a diferença.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Tablet xingling que coube no bolso e está resolvendo o dia a dia - 4ª parte - Configurando o tablet


Configurando o tablet

Com o uso de um aplicativo chamado Screenshot - Wise Shark Software versão free que "fotografa" as telas do tablet ( ... em capítulos posteriores estudaremos como instalar novos programas no tablet ... ) veremos, neste post, como realizar as principais configurações do equipamento.

Na área de trabalho principal deverá ser acionado o ícone da engrenagem no lado direito




Existe uma grande quantidade de itens a serem configurados e não vamos destrinchar todos, ficando a cargo de cada um explora-los.

A título de exemplo e por sua importância para um tablet vamos examinar o item Redes sem fio e outras.

Na tela que  se apresenta estão os vários tipos de redes das quais vamos examinar mais detidamente as wifi (redes sem fio).


Pode-se observar o item Wi-Fi que ao ser acionado estabelece se a rede estará ligada ou desligada.

Logo abaixo o item Configurações de Wi-Fi dá acesso as redes disponíveis que poderão selecionadas e incluídas as senhas requeridas.


Bom... com a rede wifi funcionando poderemos ter acesso a um sem número de recursos do tablet, destacando o Market, local onde podemos obter aplicativos gratuitos e pagos para o sistema operacional Android.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Guerra eletromagnética ...


... ou conflito entre o roteador wifi e o telefone sem fio

Caros amigos, esse blog tem duas funções principais para mim: a primeira e mais importante é ser uma válvula de escape para as minhas ansiedades e paralelamente oferecer algum conforto aos que estiverem passando por experiências semelhantes.  

Com base nessas premissas gostaria de compartilhar uma verdadeira guerra eletromagnética que anda ocorrendo entre o modem-roteador-wifi conectado no serviço oi-velox e um telefone sem fio da marca Intelbras.
Todas as vezes que estou conectado a Internet e o telefone é acionado ou mesmo, simplesmente, retirado da base a conexão vai ficando cada vez mais lenta até o ponto de o computador simplesmente desconectar do roteador.
O mesmo ocorre nos três equipamentos existentes, dois notebooks e um tablet android.
Já troquei a localização dos equipamentos e o resultado continuou o mesmo.  
Para não haver qualquer dúvida se o problema era realmente uma guerra no espectro eletromagnético, eu liguei os equipamentos através de cabos com conectores RJ45 e os computadores funcionaram perfeitamente.  Uma outra experiência foi feita instalando um telefone fixo e acionando ao que não observamos nenhuma mudança significativa na conexão com a internet.

Bom... e daí... ?

As informações acima servem de aviso para aquelas situações em que a sua internet conectada por  uma rede sem fio tem bruscas variações de velocidade ou mesmo desconecta-se sem uma razão aparente, o problema pode estar além das paredes da sua residência e pouco há para se fazer.

Bom... é isso... se você tem algum comentário ou sugestão cadastre-se no blog e envie as suas propostas.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Tablet xingling que coube no bolso e está resolvendo o dia a dia - 3ª parte - Examinando a área de trabalho e o sistema operacional Android

Tablet Chinês Android
Examinando a área de trabalho e o sistema operacional Android

Agora passaremos a operação do tablet e, por conseqüência, conhecer o sistema operacional Android 2.2, instalado, e alguns aplicativos.


Ao ligar o tablet o sistema inicia-se até o ponto da tela de entrada.  Pode-se observar vários ícones na parte superior da tela, data e hora atualizadas e um “botão” com a imagem de um cadeado.
Nada funcionará até que se destrave o equipamento pressionando sobre a imagem do cadeado e deslizando até o alto da tela, quando será apresentada a área de trabalho principal.



Na área de trabalho principal encontramos vários ícones relativos a aplicativos que já vieram pré-instalados e que foram instalados posteriormente.  Por uma questão de didática vamos dividir a tela em setores.
Setor inferior
Encontramos uma barra com cinco ícones distribuídos da seguinte forma, da esquerda para a direita: acionamento da rede wifi, acionamento da rede bluetooth, acionamento do GPS, sincronização de dados e luminosidade da tela.


Sob cada um desses ícones existe uma barra que indica se o serviço está ou não ativado.  Esses ícones funcionam como acesso rápido a configuração que examinaremos, em detalhes, em uma oportunidade futura. 

Cabe ressaltar que alguns desses botões não estarão ativos se o hardware referente não existir, como pode-se observar no item bluetooth que não é nativo nesse equipamento.
  
Setor superior
Neste setor identificamos da esquerda para a direita: 


  • ícone da casa (home) – ao ser acionado retorna à área de trabalho principal a qualquer momento.
  • ícone da seta para baixo – depois de acionado mostrará uma barra na região à esquerda da tela com  todos os aplicativos que estiverem funcionando, no momento.  Ao acionar cada um dos ícones presentes, teremos acesso rápido ao aplicativo em questão.  Caso o ícone do aplicativo seja mantido pressionado surgirá no topo da barra a indicação kill fechará o aplicativo.  Para fechar a barra, basta pressionar uma região vazia da tela.
  • ícone indicativo de funcionamento da rede wifi
  • ícone indicativo de funcionamento de rede local
  • ícone indicativo do nível de carga da bateria
  • relógio
  • ícone do cadeado – ao acionar esse ícone o sistema será bloqueado, sendo necessário realizar o procedimento de desbloqueio já descrito acima.
  • Aumentar o som
  • Diminuir o som
  • Volta uma ação
  • Menu auxiliar – aqui um dos botões mais importantes.  Ao ser acionado abre um menu auxiliar referente ao aplicativo que estiver sendo atualizado no momento, inclusive da área de trabalho.  Recomendo fortemente que esse ícone seja explorado em todas as situações que você tiver durante a utilização do tablet.

Setor direito

  • Navegador de internet
  • Gerenciador de aplicativos
  • Configurações

Setor central

A parte central da tela do equipamento ou área de trabalho principal é onde se visualizam os programas em funcionamento.  É nesta área que se localizam os ícones dos atalhos para os principais aplicativos.
Pode-se observar um relógio, uma barra de pesquisas entre outros recursos.
Nos cantos inferior direito e esquerdo pode-se notar a existência de dois pequenos pontos brancos em cada um dos lados  que ao serem pressionados levam a outra área de trabalho que totalizam cinco áreas de poderão ser customizadas.
Aqui cabe uma observação, todos os ícones podem ser acrescentados ou retirados de acordo com o desejo do usuário adequando as suas necessidades.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Tablet xingling que coube no bolso e está resolvendo o dia a dia - 2ª parte - Descobrindo os botões e conexões


Tablet Chinês Android
Descobrindo os botões e conexões

Nas bordas do tablet existe uma série de botões e conexões que vamos tentar decifrar, já que o “manual” que acompanha o equipamento é sumaríssimo e dessa forma gostaria de contar com a ajuda dos amigos para complementar, esclarecer e corrigir o que aqui for postado.


Vamos seguir uma lógica de utilização e, assim sendo, começando pela parte “superior” onde se encontra o botão ligar/desligar ( 1 ).

PARTE SUPERIOR

(2)  Acionado na extremidade esquerda retorna para a área de trabalho principal.  Acionando a extremidade direita abre o menu do software que estiver ativo.

DETALHE (A)
(3) Conexão USB que deve ser usada com adaptador para conector de cabo de rede RJ45, possibilitando, dessa forma, ligar a uma rede local por fio (detalhe A).

(4) Slot para memória flash (micro SD). Cabe aqui a observação que eu não consegui instalar essa memória... continuarei tentando com outros modelos... e conto com a ajuda dos leitores para atualizar esse item.



LATERAL DIREITA

Vamos, agora, a lateral direita do tablet.
LATERAL DIREITA

(5)  plug de conexão da fonte elétrica
(6) OTG - mais um tipo de conexão USB para dispositivos de armazenamento de dados. ( Se algum leitor tiver mais dados agradecemos um comentário )
(7)  USB - conexão padrão
(8)  conexão de fones
(9) reset - limpa todas as configurações do tablet retornando ao padrão de fábrica. ( recomendo muita cautela no uso dessa função, pois não sabemos exatamente a que ponto de configuração ela levará e quais os softwares que apagará.  Só use em último caso )
(10) saída de vídeo padrão HDMI para ligação em monitores e TVs que aceitem esse tipo de conexão.
(11) microfone interno

PARTE FRONTAL

Vamos examinar a parte frontal.  Além da tela touchscreem (sensível ao toque)existe apenas três elementos dignos de nota.
PARTE FRONTAL
(12) Luzes de monitoramento - cor azul indica tablet ligado - cor vermelha indica que o tablet está sendo carregado.
(13) botão voltar - ao ser acionado retorna uma ação.  Os resultados obtidos com o acionamento desse botão dependem da situação que se apresenta no momento.
(14) câmera de vídeo - de pouca qualidade e, a meu ver, só se presta para uma vídeo conferência.

Na lateral inferior estão localizados os autofalantes ( fraquinhos também ).  Na lateral esquerda e traseira não existem elementos dignos de nota. 

Bom... aqui terminamos a apresentação do hardware... nos próximos posts vamos explorar os softwares o que dará muito pano pra manga.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Tablet xingling que coube no bolso e está resolvendo o dia a dia - Tablet Chinês Android

Tablet Chinês Android
Há algum tempo vinha namorando os tablets.  Os meus trabalhos e até mesmo o lazer são, basicamente, ligados a informática e a Internet.  


Tenho um laptop e ando com ele para cima e para baixo além de um monte de cabos e mídias, mas os preços dos "pads" ainda são proibitivos, para uma segundo equipamento.

Analisando as alternativas apareceu a oportunidade de adquirir um tablet xingling, conhecidos genericamente como epads, por um quarto do valor dos equipamentos de grife com todos os documentos legais, taxas de importação etc...


Vamos ao que interessa...  O  tablet em questão é o  ZEPAD, tem: 
  • display LED de 10 polegadas com resolução de  1024 x 600 pixels no formato widescreen;
  • Processador Arm ZT -180 de 1.0 GHz e 512 Mb. de memória RAM;
  • HD de 4Gb. flash de estado sólido ( sem partes móveis )
  • câmera (ruinzinha) e microfone interno para videoconferencia.
  • Receptor de wifi do tipo 802.11 b/g/n
  • conexão para USB, fone e slot para TF para micro memória
  • saída HDMI para monitor de alta definição.
  • bateria para aproximadamente 4 horas de uso ininterrupto.
  • peso de aproximadamente 650g.
e o mais importante... sistema operacional Android 2.2

... esse assunto merecerá uma série de posts com impressões e dicas.  Por hora vamos ficar com uma impressão geral.

O tablet está atendendo de forma razoável às minhas necessidades.  Consegui conectar à Internet por wifi, acessei e enviei os meus e-mails, fiz buscas, naveguei pelos principais sites, assisti a filmes no youtube e netmovies, li textos, planilhas e apresentações no formato da Microsoft, da Google e PDF.