quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Crème brûlée


 

INGREDIENTES

  • 5 gemas
  • 350 ml de creme de leite fresco
  • 100 ml de leite
  • ⅓ de xícara (chá) de açúcar
  • 1 ½ colher (chá) de extrato de baunilha
  • açúcar para caramelizar

MODO DE PREPARO

1. Preaqueça o forno a 160°C (temperatura média-baixa).

2. Separe as claras das gemas. (As claras não serão utilizadas nesta receita, mas você pode guardá-las para preparar um pudim de claras.)

3. Coloque as gemas na tigela pequena da batedeira. Junte o açúcar e bata em velocidade alta até obter um creme bem claro.

4. Pare de bater e adicione o creme de leite, o leite e a essência de baunilha. Misture bem com uma colher. Deixe a mistura descansar por 10 minutos. Enquanto isso, leve uma panela com água ao fogo alto. Ela será usada para o banho-maria.

5. Com uma colher, retire toda a espuma que se formou na superfície da mistura de gemas. Distribua o creme entre seis tigelas refratárias (que possam ir ao forno) - podem ser ramequins, aquelas forminhas de suflê.

6. Arrume as tigelas numa assadeira retangular. Leve a assadeira ao forno e, antes de fechar a porta, coloque água fervendo na assadeira, com cuidado, para assar em banho-maria. Deixe assar por 40 minutos.

7. Retire a assadeira do forno e as tigelas do banho-maria. Deixe esfriar e leve à geladeira por no mínimo 6 horas.

8. No momento de servir, polvilhe açúcar sobre toda a superfície do creme.
9. Caramelizar o açúcar com um maçarico culinário.  Cuidado para não queimar demais para que não fique amargo.

domingo, 18 de outubro de 2020

FRANGO TIPO KFC


Macio por dentro, Crocante por fora e bem Temperado

1 kg de frango limpo e cortado em pedaços de médios para pequenos

Marinada do frango


1 caixinha de creme de leite
 
1/2 sachê de molho de tomate
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de pimenta do reino moída

 


Misture bem com o frango cubra com filme plástico e deixe descansando na geladeira por , pelo menos, uma hora.

Farinha para empanar








 

1xícaras de farinha de trigo
1 xícara de farinha pako ( ou farinha de rosca ou farinha de trigo )
1 colher de chá de corante (coloral, cúrcuma, açafrão da terra )
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de pimenta do reino
1 colher de chá de pimenta calabresa ( se não gosta de apimentado não coloque )
1 colher de chá de orégano

Empane os pedaços de frango e frite por imersão em óleo


Dica:

Para que o frango fique super crocante e com um mínimo de gordura deixe o forno ligado em temperatura de média com uma bandeja com grade e conforme for fritando o frango coloque-os imediatamente no forno até terminar de fritar todos os pedaços de frango.

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

PIZZA ***



INGREDIENTES

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

1 xícara (chá) de água

1 colher (sopa) de fermento biológico seco (cerca de 10 g)

1 colher (chá) de açúcar

1 colher (chá) de sal

2 ½ colheres (sopa) de azeite

farinha de trigo para polvilhar a bancada

fubá para polvilhar a assadeira

 

https://www.panelinha.com.br/receita/Massa-de-pizza-sovada-no-processador

domingo, 9 de agosto de 2020

FRICASSÉ DE FRANGO

FRICASSÉ DE FRANGO




INGREDIENTES

  • 1 lata de creme de leite
  • 1 lata de milho verde
  • 1 copo de requeijão cremoso
  • 1 xícara de água
  • 2 colheres de sopa de amido de milho
  • 1 cubo de caldo de galinha (opcional)
  • 1 pitada de sal
  • 2 peitos de frango desfiados
  • 100 g de azeitona sem caroço
  • 200 g de mussarela fatiada
  • 100 g de batata palha


MODO DE PREPARO
  • Bata no liquidificador o milho, o requeijão, o creme de leite, a água, o cubo de caldo de galinha e o amido de milho
  • Refogue e desfie o frango e junte o creme do liquidificador, as azeitonas até ficar com uma textura espessa.
  • Coloque tudo em um pirex cubra com mussarela ralada e espalhe a batata palha por cima.
  • Leve ao forno até borbulhar.
Sirva com arroz branco.


quinta-feira, 16 de abril de 2020

POLENTA CREMOSA
(esta receita serve bem 4 pessoas)

Essa receita veio diretamente da sabedoria da minha vovó Antônia, nos almoços de domingo feito em uma panela grossa e com colher de pau.  Aquela polenta cremosa que ela fazia questão de servir acompanhada com um delicioso molho de carne e que de acompanhamento virava prato principal por opção da turminha que rodeava a mesa.



Ingredientes:
  • 1/2 cebola pequena
  • 1 dente de alho
  • 1 colher de azeite para refogar
  • sal
  • 1 litro de água fria ( separe desta quantidade uma xícara de água que será utilizada para dissolver o fubá) 
  • 1 xícara de fubá
  • 1/2 xícara de queijo parmesão
  • 1 colher de sopa de manteiga

Como fazer:

Em uma tigela separe uma xícara de água fria e misture bem com a xícara de fubá e reserve
Reserve meia xícara de queijo parmezão ralado bem fino
Reserve uma colher de sopa de manteiga gelada.

Com fogo médio
Em uma panela grossa  e de tamanho médio
Faça um refogado com cebola ou alho (ou os dois) com um pouco de azeite
Tempere com um pouco de sal
Junte na panela a água fria
Em seguida junte a mistura do fuba dissolvido .
Mexa devagar, mas sem parar, enquanto o fuba se dissolve e cozinha até atingir a consistência próxima da desejada ( leva mais ou menos 15 min.).
Inclua o queijo parmesão e continue mexendo e quando este dissolver na polenta
apague o fogo e coloque a colher de sopa de manteiga e mexa mais algumas vezes.
Prove (cuidado! está muito quente!!!), e se for necessário acerte o sal

-

Acompanhamento
Sirva com um molho que mais agradar.  
  • Molho à bolonhesa;
  • Molho com linguiça calabresa;
  • Molho vegetariano semelhante ao molho de cachorro quente com tomate, cebola e pimentão.


Sirva quente para que não perca a consistência desejada.  
Conforme vai esfriando ela vai endurecendo.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Cavaca de fubá


500 g de fubá
500 g de farinha de trigo
500 g de açúcar
3 ovos
1 copo de leite
200 g de margarina
1 colher de sopa bem cheia de fermento em pó
Misture numa bacia os ovos, a margarina e o açúcar.
Vá colocando a farinha e o fubá até virar uma farofa grosseira.
Despeje o leite misturado com o fermento e amasse bem, até virar um angu grosso.
Caso goste, coloque a erva doce.
Vá separando bolinhas da massa e arrumando num tabuleiro untado, deixando espaço entre elas (pois crescem no forno).
Faça cortes em cima para enfeitar, se não quiser pode deixar sem cortar mesmo.
Leve ao forno médio por 25 a 30 minutos dependendo do forno.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Broinha de fubá mimoso




1/3 de xícara (chá) de fubá mimoso (60g)
3/4 de xícara (chá) de farinha de trigo (120g)
½ xícara (chá) de leite
½ xícara (chá) de água
2 colheres (sopa) de açúcar (40g)
75g de manteiga sem sal
3 ovos
½ colher (chá) de sal
1 colher (chá) de semente de erva-doce (opcional)
Raspas de 1 limão-taiti (opcional)
Juntei o leite, a água, o açúcar, a manteiga, as sementes de erva-doce e o sal numa panela e levei ao fogo médio. Começou a ferver e adicionei a farinha com o fubá e mexi bem formando uma massa lisa. Cozinhou por uns dois minutos, sem parar de mexer, até formou uma camada fina de massa seca no fundo da panela. Coloquei a massa para a tigela da batedeira.

Bati em velocidade baixa para esfriar bem. Então, adicionei um ovo de cada vez, batendo bem entre cada adição. Depois do último ovo, deixei bater até formar uma massa brilhante.



Usei uma colher de sorvete para moldar as broinhas, colocando numa assadeira untada e enfarinhada com fubá, deixando um espaço entre cada uma para não grudar.  Polvilhei as broinhas com fubá e levei para assar em forno preaquecido a 220ºC (temperatura alta) por 15 minutos. Eles cresceram bem, não abra o forno até então. Após os 15 minutos iniciais, diminuí a temperatura do forno para 180ºC (temperatura média) e deixei assar por mais 25 minutos, até as broinhas ficarem douradas e firmes.

https://googleweblight.com/i?u=https://delicias1001.com.br/2011/12/broinha-de-milho-aerada.html&hl=pt-BR

sexta-feira, 29 de março de 2019

Personalizando o GOOGLE

Você já notou que agora existe um ícone no lado inferior direito da página do GOOGLE?







Esse ícone permite configurar a aparência da página inicial do GOOGLE, permitindo incluir uma das imagens disponíveis ou mesmo uma figura personalizada.

Clique no ícone, escolha Planos de fundo do Chrome e escolha uma das inúmeras imagens ou, acione o item " Fazer upload de uma imagem" e envie uma fotografia personalizada.


sábado, 16 de março de 2019

O MUNDO E O SUBMUNDO DA GASTRONOMIA - Pegando Fogo

O chefe de cozinha Adam Jones (Bradley Cooper) já foi um dos mais respeitados em Paris, mas o envolvimento com álcool e drogas fez com que sua carreira fosse ladeira abaixo.





COMO UM CHEFE - Mais um filme para quem gosta de culinária

A história de um aspirante a chefe de cozinha que consegue realizar seus sonhos após conhecer o melhor cozinheiro da França.

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As causas e consequências por abraçar ou abandonar os seus sonhos



https://youtu.be/qlp5X_dr1KY



quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Chicabon aperfeiçoado

O RETORNO DO ALQUIMISTA


A necessidade é a mãe das invenções...

As temperaturas infernais superando os 40 graus Celsius trazem à vida O Alquimista.

Depois de explorar a produção do CHICABON no verão de 2017 novas estudos são feitos para fazer a transmutação dos cristais de gelo para a verdadeira cremosidade.

Depois de analisar muitos escritos e procedimentos resolvemos fundir duas ações complementares a de Ana Maria Brogui ( Como fazer sorvete Chicabon em https://www.youtube.com/watch?v=Vl3Ol5Hxp2E ) e o de Ana Maria Braga ( Sorvete do milagre em https://www.youtube.com/watch?v=lbBK3AsKJL0 ).


Vamos a solução:

Ingredientes:

  • 2 caixas de pudim de chocolate Oetker (50g cada caixa)
  • 1 litro de leite integral
  • 1 lata de leite condensado (395g)
  • 1 garrafa de creme de leite fresco (500ml - teor de gordura 35%)


Procedimentos:

  1. Coloque o creme de leite para gelar no congelador por pelo menos uma hora.
  2. Prepare o pudim conforme as instruções da caixa e deixe esfriar completamente
  3. Bata em um liquidificador o leite condensado por pelo menos dois minutos ou até que cesse o movimento do leite no interior do liquidificador.
  4. Em uma batedeira bata o creme de leite até obter o ponto de chantilly.
  5. Junte o leite condensado ao pudim e misture muito bem manualmente.
  6. Acrescente o creme chantilly e misture delicadamente de baixo para cima até estar totalmente incorporado.
  7. Coloque todo o conteúdo em um tabuleiro de metal e leve ao congelador por cerca de uma hora.
  8. Após o tempo estipulado, transfira o conteúdo para uma batedeira e bata rapidamente de modo a homogeneizar.
  9. Transfira para um recipiente definitivo com tampa.
  10. Deixe o sorvete no congelador por pelo menos mais três horas.

Pronto!

Você deve ter conseguido um sorvete consistente, mas cremoso sem cristais de gelo e que se mantem durante todo o consumo, mesmo com temperaturas absurdas.

Imagem obtida após quatro horas no congelador e totalmente cremoso

Ide incrédulo execute!!!        

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Abóbora Chique

Sopinha de Abóbora Chique

Sopinha de abóbora acompanhada com crocante de costela bovina 


...no pão italiano



sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Espaguete primavera

Inaugurando a nova seção "SOBRÔDE HONTÉ"

O que sobrou de um belo Ratatouile.
Vira o molho

de um espaguete primavera.

domingo, 9 de setembro de 2018

Conheça para não repetir os mesmos erros


Assista tudo e avalie...
Assista a segunda parte e compare...
Assista pelo menos o início da segunda parte e pense!




segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Incêndio do Museu Nacional


Acompanho desde os primeiros minutos o incêndio que destruiu o prédio principal do Museu Nacional e tenho ouvido um monte de asneiras proferidas por oportunistas e focas mal informados.



Não sou nem quero ser dono da verdade, só vou falar do que vive neste palácio durante alguns anos.



Como a maioria dos que eventualmente acessam o meu blog sabem sou formado em Ciências Biológicas desde o final da década de 70 e na época fui estagiário da então FEEMA - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente no DEVET - Departamento de controle de vetores no setor de mamíferos sob orientação de grandes profissionais do qual destaco o nome do Dr. João Moojen que com certeza representa todos os demais da instituição.



Como uma das minhas atividades estava a de frequentar a sessão de mastozoologia do MN, onde aprimorava os meus conhecimentos em taxidermia (empalhamento) de exemplares coletados na natureza e lá depositados para que servissem de parâmetros para os estudos das populações desses animais.



Primeiramente sobre o descaso da manutenção do MN (Museu Nacional) desde 1977, que frequento com olhos profissionais e acadêmico, constato o total despreparo daquele prédio para a função que desempenhava.  Tratava-se de um palácio onde os pisos, tetos, portas e janelas eram de madeira e dessa forma sujeito a todo tipo de incêndio.  Agravando a situação, era a existência de inúmeras divisórias de madeira que delimitavam departamentos e laboratórios.  O material armazenado nas áreas do meu conhecimento eram formadas por milhares de peles secas, crânios secos e recipientes contendo exemplares conservados em álcool ou formal, todas as situações extremamente inflamáveis.



Podemos acrescentar todo o material necessário para o desempenho dessas atividades tais como as galões de álcool, fardos de tecido e algodão, e muito... muito papel e madeira.



Não podemos esquecer das inúmeras bibliotecas especializadas de trabalho, distribuídas por todo o prédio e centenas de metros de fios elétricos que formavam gambiarras para dar um mínimo de condições de trabalho na situação precária existente.



Então não se pode simplificar a questão:



Primeiro o problema se arrasta há dezenas de anos, dos quais pelo menos quarenta eu presenciei.



Não seria uma simples brigada de incêndio que teria qualquer êxito contra um foco em quaisquer das áreas do MN;



Não foi, com certeza, a eventual falta de pressão nos dois hidrantes existentes ao redor do museu que evitariam a tragédia que se abateu sobre aquela Instituição;  



Aqui vai um detalhe o uso de água sobre a coleção existente destruiria grande parte se não a totalidade do material;



Não se pode crucificar o corpo de bombeiros por sua ação ou falta dela naquela situação;



Será que podemos culpar as administrações da UFRJ pelo ocorrido? Será que toda a verba destinada a aquela Universidade seria suficiente para prevenir o ocorrido?  Com certeza não!



Algumas poucas Instituições do mundo possuem parte das condições que pudessem evitar a tragédia.



Agora vamos incluir todo o tipo de burocracia que impedem a atualização à título de tombamento histórico.  Juntamos todo tipo de dificuldade na obtenção, liberação e utilização das verbas que poderiam ser aplicadas.



Seria necessário a construção de "containers" que isolassem as diversas áreas do museu, contando com portas estanques que impedissem a propagação do incêndio, no lugar de sistemas convencionais de sprinters de água que destruiriam grande parte das coleções pelas suas características. O que melhor a ser usado são os sprinters de CO2 ( gás carbônico ) associados a sensores de calor.



Sobre o que foi perdido é inestimável, 90% de todo conhecimento foi perdido não só do passado, mas principalmente do futuro que não tem em que basear as pesquisas, perderam-se os parâmetros.



Agora, só uma avaliação e uma ação contundente, sem preconceitos para evitar outras tragédias pois nessa nada pode-se fazer.




... Essa não é uma tragédia pontual do Museu Nacional... Essa é a tragédia nossa, do povo brasileiro, da falta de educação, da falta de cultura, da falta de política pública com Ps maiúsculo... Culpa da nossa covardia, da nossa leniência da nossa complacência.



Gilberto R. Azevedo 
03 de setembro de 2018